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- Capítulo 39
Missão de busca

Wattson estava terminando de
arrumar as coisas para abrir o ginásio. Após preparar as prateleiras com as
equipes determinadas para cada nível de desafiante, o líder pegou uma vassoura
e foi até a parte externa varrer a fachada. Os funcionários ainda não haviam
chegado, mas o veterano já estava adiantando as tarefas para que estivesse tudo
em ordem assim que desse o horário.
— Olha só pra você, varrendo a
calçada igual um velho — o líder foi pego de surpresa ao ouvir a voz grave e
rouca que vinha de trás.
Ao se virar, Wattson notou que era
Drake quem estava atrás dele. O Elite mantinha sua postura firme, fumando um
cachimbo como de costume, enquanto encarava o velho amigo com uma expressão
debochada. O líder de ginásio abriu um sorriso de canto, continuando a varrer o
local, mas sem ignorar a visita.
— Você é a última pessoa que pode
me chamar de velho por aqui, sua caveira idiota — disse o mais baixo, seguido
de sua risada estridente característica. — Foi você que mandaram pra fazer a
supervisão dessa vez?
Drake deu mais uma puxada no
cachimbo, prendendo o fumo por um breve momento, até que soltou a fumaça.
Wattson percebeu os ombros do mais alto relaxando levemente, mas preferiu
esperar antes de fazer mais algum comentário.
— Hoje não. Na verdade, eu vim
conversar com você a respeito daquela situação que ocorreu em Nova Mauville.
— Descobriram mais alguma coisa
sobre o ataque?
— Anabel ainda está investigando.
Mas estou aqui por conta de um outro detalhe daquele dia que chegou ao meu
conhecimento. Esse está mais pra um assunto pessoal que eu devo resolver.
— Tudo bem, me deixe terminar de varrer aqui e a gente entra pra conversar. Falta pouco.
— Você é lerdo demais. Me dá outra vassoura que eu te ajudo.
Tendo saído de Verdanturf poucas
horas antes, Sapphire aproveitava a pausa pedida por Ruby para fazer uma nova
tentativa de treinamento com o Psyduck. Mas não parecia que haveria muito
progresso naquele dia. O pequeno pato continuava com a mesma expressão vaga e
indecifrável de sempre, e a menina sentia que tentar se comunicar com ele seria
bem difícil.
Zinnia aproveitou o momento para
colher algumas frutas na beira da estrada, bem como deixar seus Pokémons livres
para pegar um pouco de ar fresco, assim como também fizeram Sapphire e Ruby.
O garoto estava sentado em um
tronco de árvore caído, e ali aproveitava para alongar os braços, pernas e a
coluna. Ele então notara a dificuldade que a amiga estava tendo com a
criaturinha aquática.
— Tudo bem aí, Sapphire?
— Eu não consigo entender qual é a
desse Psyduck, ele não expressa nada! E eu tô começando a ficar realmente
preocupada, porque eu não sei dizer se ele tem algum problema, ou se ele é
assim mesmo. E se de repente ele tiver alguma necessidade de saúde ou fome e eu
não souber?
— Eu acho que você não deveria
ficar tão preocupada assim. Lá em Johto tem muitos lugares com Psyducks. Eu já
vi vários, e eles são bem assim mesmo — Ruby tentava acalmar a amiga. — Desde
que você não deixe ele sentir dor de cabeça, deve ficar tudo bem. Aliás, eles
são bem mais expressivos quando algo está errado, então eu tenho certeza que
você vai saber se for o caso.
— Paciência é a chave, Sapphire —
disse Zinnia, se aproximando com algumas frutas apoiadas na barra da blusa. —
Tentar entender os Pokémons nunca é fácil, mas se você ficar ansiosa desse
jeito não vai conseguir pensar e notar as peculiaridades dele. Se adapte e faça
as coisas no ritmo do Psyduck que as respostas vão começar a aparecer aos
poucos.
Sapphire não parecia muito contente
com as explicações dos seus amigos, que para ela pareciam mais como os sermões
que seu pai lhe dava na infância sobre o porquê ela não deveria ser tão
impulsiva, mas tentou acatar os conselhos, ainda que a contragosto. Lavaridge
se aproximava, e um Pokémon aquático seria um trunfo importante para a equipe
dela ao enfrentar um ginásio especializado no tipo fogo.
Zinnia se sentou no troco, logo ao
lado de Ruby, e ofereceu as frutas. O garoto pegou uma, a esfregou na sua
bermuda para tirar a sujeira, e começou a descascá-las com uma pequena faca que
tinha guardada em sua mochila. Oran berries pareciam cair muito bem em dias
quentes como aquele.
Enquanto Sapphire encarava a face
desconectada do Psyduck, Ruby notou alguém se aproximando pela estrada. A
menina interrompeu sua caminhada assim que notou o grupo a sua frente, e foi
quando reconheceu o garoto que seu sorriso se abriu. Numa breve corrida, ela
tratou de se aproximar do trio.
— Ruby! — exclamou a menina,
enquanto segurava uma mecha de cabelo que havia se soltado de seu
rabo-de-cavalo para que o vento não a jogasse contra seu rosto. — Quem diria
que eu ia te encontrar aqui?
— Vivi? — Ruby indagou em tom de
surpresa. — Você ainda estava em Verdanturf esse tempo todo?
— Sabe como é, eu quis tirar um
descanso extra depois do contest. Mas cedo ou tarde temos que voltar ao
trabalho, né?
Sapphire e Zinnia por um momento se
mantiveram atentas à conversa, mas logo relaxaram ao ver que o clima estava
amistoso. A experiência com Emily fazia as duas pensar que o Ruby tinha certo
talento para criar rivalidades e entrar em jogos de provocações, mas aquele não
parecia ser o caso. O menino, por sua vez, logo notou que suas companheiras
estavam observando.
— Ah, que indelicado da minha
parte! Estas são Sapphire e Zinnia. As duas estão viajando comigo — ele então
se virou para a dupla. — Meninas, esta é a Vivi. Acredito que vocês se lembrem
dela por ter se apresentado no contest.
— Prazer! — Vivi logo tomou a
iniciativa, e as meninas responderam com um breve aceno. — Então, Ruby... Agora
que você tem duas fitas, vai precisar competir em um contest R2. Pra onde você
está indo agora?
— Bem, estamos indo para Mauville.
De lá vamos pegar a saída norte, pois a Sapphire vai enfrentar o ginásio em
Lavaridge, e eu vou tentar o contest R2 em Fallarbor. Ele não é o que tem a
data mais próxima, mas como estou um pouco adiantado no número de fitas
acredito que posso tirar esse tempo para pensar na próxima apresentação e
praticar.
— Entendo, é uma boa estratégia —
Vivi assentiu, e logo em seguida se dirigiu à Sapphire. — Então você é uma
pretendente à Liga Pokémon, não é?
— Hã? Ah, sim, eu sou. Ainda tenho
três insígnias, Lavaridge seria a minha quarta.
— Legal, parece que você vai ser
rival do meu irmão, Vito. Mas vou avisando, ele é forte. Ele é o atual
vice-campeão da Liga Pokémon, só perdeu a final para o Steven que é o atual
chefe da Elite 4. E mesmo assim, ele competiu de igual pra igual.
— Sério? Então é exatamente o tipo
de rival que eu procuro — Sapphire pareceu se animar com o aviso. — Já estou
ansiosa pra conhecer ele.
Antes que as duas pudessem dizer
mais alguma coisa, foi a vez de Ruby tomar de volta a atenção da coordenadora a
chamando.
— Vivi, você já competiu nos
contests na temporada do ano passado, certo?
— Sim, isso mesmo. Por quê?
— Eu vi que cada sede tem uma
especialidade. Eles não mudam o tipo de contest de uma temporada pra outra.
Pode me dizer qual é a modalidade de disputa em Fallarbor?
— Querendo informações
privilegiadas, né? Isso é trapaça — Vivi então notou que o menino fazia uma
expressão confusa, mas ao mesmo tempo levemente constrangida, o que a fez rir.
— Ei, ei! Eu tava brincando! Não é como se essas informações já não fossem públicas,
até porque senão os coordenadores estreantes estariam com uma desvantagem
injusta. O contest em Fallarbor é igual ao de Slateport. Ele é focado em
batalhas.
— Ah, batalhas de novo? — o garoto
engoliu seco.
— Sim. Acho que é mais pelo apelo,
né? Fallarbor é uma cidade de cultura meio country, então o pessoal lá
gosta de assistir uma boa briga. Apresentações artísticas não são o evento
favorito deles.
— Country? — Sapphire
perguntou. — Tipo, viver no campo, em fazendas?
— É, o povo de Fallarbor foca muito
em agropecuária, porque a proximidade da cidade com o vulcão do Monte Chimney
torna o solo de lá muito fértil pra produção — Zinnia completou a explicação de
Vivi.
— Parece que eu vou ter que treinar
mais firme ainda. Eu não sou bom em batalhas.
— Ruby, do que você está falando?
Você venceu o contest de Slateport — disse Sapphire, com as mãos na cintura. —
E até lá temos tempo de sobra, vamos te ajudar a treinar.
— Eu sei de um bom lugar pra você
treinar, Ruby — disse Vivi, com um sorriso travesso no rosto. — E eu posso
levar vocês, porque estou indo exatamente pra lá. É o mesmo caminho que vocês
vão fazer.
Ruby pareceu se animar com a
sugestão de Vivi, além do apoio de Sapphire. A incerteza que rodeava a mente do
garoto o havia deixado em paz, pelo menos naquele momento.
— Eu topo! Onde fica?
— É assim que se fala! — a
coordenadora comemorou. — Minha família tem um pequeno rancho um pouco depois
da saída norte de Mauville. Todos eles são fanáticos por batalhas. Até por isso
eu costumo me dar bem nesse tipo de contest. Vocês podem enfrentá-los. É um
desafio interessante pra você, Sapphire. E quanto a você, Ruby, quem sabe você
não tira umas dicas boas pros seus próximos treinos?
Sem nenhuma objeção, Vivi se juntou temporariamente ao grupo. Ter mais alguém por perto tornaria a viagem mais fácil e agradável, especialmente para Ruby que agora teria uma coordenadora mais experiente para orientá-lo em alguns pontos importantes.
E assim eles terminaram aquele momento de descanso e seguiram em direção a Mauville, já ansiosos para pegar a próxima rota.
Já dentro do ginásio, Wattson e
Drake tomavam seus lugares na sala de administração para conversar. O líder
trancou a porta, a pedido do Elite, que preferia manter o sigilo do assunto.
— Então... — Wattson quis apressar
o assunto, pois não tinha muito tempo sobrando antes da abertura do ginásio. —
O que você quer saber sobre aquele dia?
— Vou ser bem direto. Aquelas
crianças que acabaram se envolvendo no conflito... Tinha uma outra pessoa
junto?
— Eram três jovens ao todo. Um
deles era um garoto meio problemático, esteve junto comigo e me ajudou no
confronto. Os outros dois eram Sapphire, uma desafiante que estava aqui na
cidade para me enfrentar, e o Ruby que é um companheiro de viagem dela. Esses
dois aí são boas crianças, apesar de terem sido imprudentes se intrometendo
nesse assunto.
— Bem, Steven viu que havia outra
pessoa que chegou logo em seguida, e que esses dois aí pareciam conhecer. Ele
ouviu Roxanne afirmar que essa pessoa era uma draconid, alguns anos mais velha
que os dois.
Wattson bebeu um gole do café que
havia servido para ambos, mas ao mesmo tempo acenou positivamente.
— Sim, era uma garota. Eu a vi
também, mas só no final, quando já tinha acabado a confusão. Ela tinha mesmo
uma roupa bem diferente. Deixa eu adivinhar. Ela é uma pessoa que devia estar
lá com seu povo, mas por alguma razão não está. É isso?
— Antes fosse só isso — disse o
Elite dando um suspiro. — Ela tem um papel fundamental para o povo draconid, é
a atual Guardiã da Tradição.
Wattson pôs a xícara de volta na
mesa e se recostou no sofá com as mãos atrás da cabeça.
— Isso é um problema. Por que ela
saiu do povoado?
— Apesar de ter sido escolhida como
a nova guardiã, Zinnia ainda é imatura. Ela não tem muita noção da
responsabilidade que carrega, e ainda questiona as histórias de nosso povo.
Para ela, tudo isso não passa de uma pseudo-religião criada sem nenhum contexto
histórico.
— Entendo — o líder mexia uma
colher de açúcar que havia colocado no café. — Assim, eu realmente a vi no dia.
Mas não sei em que mais posso te ajudar.
— A menina te desafiou aqui no
ginásio, não foi?
— Sim, desafiou e venceu. E eu te
digo uma coisa. Ela é boa. Ainda tem que cobrir alguns pontos fracos, mas tem
potencial pra evoluir muito. Talvez ela faça um barulho na Liga. Você ia gostar
de vê-la batalhando.
— Tomara que ela fique forte, mas
não é em treinadores iniciantes que estou interessado no momento. É na Zinnia.
Se a Sapphire te desafiou, você não teria alguma ideia de onde ela pode ter ido
após deixar a cidade?
Wattson ficou um momento em
silêncio, tentando se recordar de algo. Drake permanecia em seu lugar,
paciente. Para o Elite, todo o tempo seria necessário para juntar as
informações que ele precisava para descobrir o paradeiro da guardiã. O líder
então estalou os dedos, parecendo lembrar-se de algo.
— Eles foram pra Verdanturf. O
garoto é coordenador, então foi competir lá. Eu não me lembro bem se fui eu
quem recomendou, ou se foi ideia deles mesmo, mas em seguida eles devem ir pra
Lavaridge enfrentar a Flannery.
Drake balançou a cabeça em negativa
ao ouvir aquilo. Com uma expressão de descontentamento, e com certo tom de
cansaço em sua voz, ele se levantou e se preparou para sair.
— Bom... Se ela é tão boa quanto
você diz, então vai ser praticamente uma insígnia de graça pra ela.
— Ei, não fale assim da Flannery —
Wattson tentou intervir em favor da garota. — Ela está dando tudo de si, tenho
certeza que ela vai superar essas dificuldades.
— Dificuldades teremos nós se a
Liga Pokémon desse ano acabar ficando inflada de competidores. Isso vai alterar
as datas do nosso calendário de competições, além de afetar os contratos com os
patrocinadores. Ela está colocando toda a operação em risco.
O líder mais velho apenas se calou,
não conseguindo encontrar mais argumentos. A líder de Lavaridge estava sob
forte pressão da supervisão da Liga devido ao desempenho questionável que vinha
apresentando, e Wattson temia que a solução final dada pela Elite fosse a
remoção dela do cargo antes de mostrar seu potencial.
— Eu também não gosto de prejudicar
o futuro de uma pessoa jovem e cheia de sonhos, Wattson. Isso se aplica tanto à
Flannery como à própria Zinnia. Mas eu tenho responsabilidades das quais não
posso fugir, mesmo que isso conflite com algumas convicções que eu tenho.
Enfim, preciso voltar pra Ever Grande.
— Já vai embora? O contest de
Verdanturf foi anteontem. Se você ficar aqui pode acabar pegando a volta deles.
— Preciso estar lá pra agir algumas
coisas da Liga. Eu acabei interrompendo uma reunião importante do Steven com a
equipe, então temos que dar continuidade. Mas se o contest foi anteontem, creio
que em até três semanas eles tenham feito o trajeto completo até Lavaridge. É
mais ou menos o período que o Sidney estará na cidade para supervisionar a
Flannery. Vou pedir pra ele estender um pouco a estadia e ficar de olho.
O Elite caminhou até a porta da
sala. Wattson a destrancou e permitiu a passagem do velho amigo. Mas, antes de
Drake ir embora, o líder fez uma última pergunta.
— E quanto à supervisão do meu
ginásio?
— Não se preocupe. Glacia estará aqui na semana que vem para te acompanhar.
— Puta merda! Logo ela?
''''Se adapte e faça as coisas no ritmo do Psyduck que as respostas vão começar a aparecer aos poucos''''''
ReplyDeleteSapphire, tu tá fodida
Ela tá muito fodida kkkkkk
DeleteDepois do que aconteceu na reunião da Elite dos Quatro eu não esperava ver o Drake tão cedo, mas ver ele e o Wattson conversando sobre o que aconteceu em Nova Mauville no fim a temporada passada. A preocupação do Drake quanto à Zinnia se mostra, de certo modo, genuína.
ReplyDeletePor outro lado, achei que não veríamos Ruby e o pessoal neste capítulo. Tipo. O foco no Drake e no Wattson foi tão grande que a gente até esquece que os meninos estão na estrada ainda, ou melhor, para sair de Verdanturf. Eu não tinha comentado anteriormente, mas foi bem interessante você trazer a Vivi e os Winstrate, nunca vi nenhuma história que os aborde e agora temos um possível rival para a Sapphire no futuro, o Vito.
Falando na Sapphire, coitadinha, ela vai sofrer com o Psyduck. Ela não entende ele, não sabe lidar nada com aquele pato de cérebro liso, mas eu sei que ele que vai ser o MVP dela na batalha da Flannery se ela treinar ele bem. Confia.
Gostei deste capítulo de transição. Foi bom ver como as coisas estão ocorrendo nos bastidores e que mesmo assim elas estão em transição para algo grande.
O Drake meio que só não começou a trabalhar na situação da Zinnia antes porque ele devia estar mais ocupado com a Liga, até porque começo de temporada assim sempre tem uma pilha de trabalho pra fazer até organizar tudo. Nessa em específico o trabalho foi até maior, pela quantidade de líderes de ginásio novos entrando.
DeleteEu vou ser sincero, a cena do grupo principal foi colocada pra que o capítulo não ficasse muito pequeno, porque realmente a resolução da situação do Drake com o Wattson seria rápida de qualquer maneira. Não teria como eu me estender muito nisso, porque realmente é só uma preparação pro que vem em seguida. Mas pelo menos essa cena extra serviu pra me dar a ideia de trazer a Vivi mais uma vez, até porque não sei ainda se ela estará presente no contest de Fallarbor, e até lá tem muito chão ainda. Mas a família Winstrate é um dos grupos de NPCs mais conhecidos nos jogos de Hoenn, então quis trazê-los pra dar uma ampliada na quantidade de rivais para Ruby e Sapphire, que tenho achado muito pequena.
A Sapphire deve estar pensando que treinar um Torchic rabugento foi fácil perto do desafio que ela vai ter com esse pato tapado. Mas a gente que já é cachorro véio na franquia sabe muito bem o que esse bicho é capaz de fazer. Falta só a Sapphire descobrir, aí eu duvido que ela não vai querer pegar firme no treinamento dele kkkkkk
Acho que teremos mais alguns capítulos mais tranquilinhos por agora. Lavaridge vai ter algumas coisas importantes acontecendo, então é bom pra gente poder dar uma respirada. Mas o próximo, no entanto, vai ser mais importante. Não deve ficar muito grande também, mas pelo menos não vai ter essa cara de cap de transição. Esse aí realmente vai iniciar algumas mudanças importantes na história, então vamos aguardar pra ver kkkk
Valeu pelo apoio, man!
Até a próxima! õ/