Postado por : ShadZ Nov 23, 2018

Águas turvas

O trio continuava sua viagem através da Rota 104 indo em direção ao sul para pegar uma embarcação para a Dewford, uma pequena cidade insular que não só era um ponto turístico bastante frequentado de Hoenn, como também abrigava o próximo ginásio que Sapphire pretendia desafiar.

A estrada não era tão longa, porém o incidente com o Taillow acabou atrasando o progresso do grupo, que se viu obrigado a acampar para continuar a viagem no dia seguinte.

A noite foi incômoda. O fato de a rota ser costeira fez com que os três fossem atingidos por ventos gelados vindos do mar durante a madrugada, causando um desconforto já que eles não estavam preparados para aquele frio. Foi necessária a ajuda de Dan para aumentar a fogueira e evitar uma situação que pudesse prejudicar a saúde dos treinadores.

O sol finalmente surgiu no horizonte. Olheiras tomavam conta dos rostos de Sapphire, Ruby e Camila. O cansaço tornaria aquele dia bem mais longo, e eles sequer estavam considerando o fato de que passariam o tempo todo em alto-mar.

Seguiam pela estrada de terra, cambaleando de sono pela noite mal dormida até que encontraram uma humilde cabana anexada a um cais na saída dos fundos, com um barco de pesca ancorado. A primeira coisa em que repararam era o estado da casa, que dava a impressão de que seria varrida pelo vento na próxima tempestade.


— Tem certeza de que alguém mora aqui? Acho que nem Pokémons insetos teriam coragem — comentou Ruby.

— Pode pensar o que quiser, só tenha modos quando estivermos lá dentro — Sapphire repreendeu o amigo.

— Já olhou pra essa espelunca? Se estiver faltando modos com alguém aqui, certamente não sou eu!

— Prefere ir para Dewford como, então? Nadando? Então vai e seja feliz virando comida de Sharpedo. Agora se for pra ficar aqui é bom fechar o bico, antes que eu te dê um soco!

— Ok, vou ficar quieto — Ruby fez uma pausa antes de sussurrar uma última palavra. — Troglodita...

Sapphire fingiu não ter ouvido o insulto e deu três batidas leves na porta, da forma mais delicada possível para que a mesma não despencasse sobre sua cabeça. Passos foram ouvidos de dentro da casa, assim como o ranger das tábuas do assoalho.

Poucos segundos depois a porta se abriu, revelando a figura de um velho carrancudo que tinha cheiro de cigarro e segurava uma lata de cerveja. O homem analisou cada um dos jovens, coçou sua longa barba grisalha e deduziu:

— O que três crianças estão fazendo na porta da minha casa? Se chutaram alguma bola pra dentro do meu quintal eu não vou devolver. Vão comprar outra e tomem mais cuidado, podia ter quebrado uma janela.

Quando a porta já ia se fechando, Sapphire se atirou contra ela para impedir o velho de ignorá-los. Controlando seu estresse a menina sorriu forçadamente, tentando manter a educação.

— Você por acaso seria o Sr. Briney, que faz um serviço de transporte pra quem quer ir a Dewford?

— Eu mesmo — o homem por um momento desistiu da ideia de fechar a porta na cara dos três visitantes. — Posso ajudar?

— Nós gostaríamos de pegar uma embarcação pra lá, fazendo uma pequena parada nessa ilha aqui — dizia Camila, enquanto apontava um local no mapa da região para Briney. — Sabe onde fica?

— Sim, eu conheço essa ilha, mas não me lembro de ter visto nada interessante por lá. Se quiserem ir tomar banho vão direto para Dewford, lá tem praias tão bonitas quanto e vocês ainda estarão seguros com salva-vidas por perto.

— Na verdade fui informada que há uma instalação da Batalha da Fronteira lá, então preciso ir verificar.

— Batalha da Fronteira? O que é isso? — indagou Briney. — É mais um daqueles jogos de suicídio que os jovens ficam participando em vídeos na internet?

— Não exatamente — disse a menina, em seguida sussurrando com um sorriso sem graça — mas você acertou em cheio na parte do “suicídio”...

— Vai conseguir levar a gente? — Sapphire parecia apressada.

— Certo, certo... — Briney então cedeu. — Mas vou precisar de um momento para preparar o barco. Enquanto isso vocês podem entrar. Melhor do que ficar aqui fora esperando.

Os quatro então entraram na casa do velho. Como já era de se esperar da primeira impressão que tiveram dele, a organização não era o seu forte. Algumas roupas jogadas no sofá da sala, a louça suja empilhando dentro da pia da cozinha e alguns vestígios de comida espalhados pelo chão davam o tom de desleixo. Isso sem contar o cheiro de mofo que agredia os jovens, quase os impedindo de respirar adequadamente.

Enquanto Briney pegava alguns equipamentos para levar para o barco, ele negociava com os treinadores novatos o valor da viagem. Como previsto por Sapphire, o valor dividido pelos três era bem acessível.

Quando já se preparavam para sair uma pequena criatura entrou voando pela janela, o que no momento assustou os viajantes. Era uma pequena Wingull, para quem Briney fez um aceno.

— Peeko, já estava na hora! Vamos zarpar daqui a pouco!

Com ajuda dos mais jovens, o velho conseguiu organizar tudo para que pudessem seguir viagem sem maiores problemas. O trajeto normalmente levaria dois dias para ser concluído, então foi necessário estocar comida o bastante para mantê-los em boas condições.

Sapphire e Camila observavam o oceano com brilho nos olhos, já se imaginando em seus desafios futuros, enquanto Ruby encarava o navio com cara de poucos amigos devido ao cheiro de peixe que tomava conta do transporte.

Com todos já dentro da embarcação, inclusive Peeko que se mantinha pousada acima da cabine do piloto, Briney subiu a âncora e iniciou a viagem. Pela primeira vez desde o início da jornada, o trio desbravava Hoenn pelas águas.

— Se segurem crianças! — Briney alertou com uma risada. — Agora vocês estão nos meus domínios!

O barco começou a acelerar, por vezes até flutuando brevemente ao quicar em ondas menores. Sapphire desprendeu o cabelo e deixou que o vento os carregasse. Sorria satisfeita com aquela experiência. Ela já tinha tido contato com o mar antes, mas nunca de forma tão íntima.

A menina notou a expressão emburrada de Ruby, que estava sentado abaixo da janela da cabine de pilotagem, andou até ele e lhe deu um peteleco na testa.

— Qual o seu problema? — o garoto reclamou.

— Vai ficar a viagem inteira de cara fechada? Aproveita um pouco!

— Isso aqui está imundo — Ruby cochichou no ouvido de Sapphire para que Briney não escutasse. — Acha que eu vou ficar feliz de navegar em meio a tanta sujeira?

— Ruby, você tem que ser menos certinho. Se saímos em jornada, é porque abrimos mão de alguns confortos. E não vamos ficar nesse barco por muito tempo. Vamos fazer uma parada para a Camila ter o desafio dela na Batalha da Fronteira e depois vai faltar pouco para chegarmos em Dewford.

— Mal posso esperar para chegar logo e poder dormir em uma cama decente no Centro Pokémon — o menino então tirou a sua touca para que a mesma não saísse voando com o vento, e a guardou dentro da mochila. — Eu ainda tenho que me acostumar a certas coisas.

Camila estava sentada em outro canto do barco, brincando com sua Mudkip. Ela parecia se divertir com o jeito atrapalhado que a pequena anfíbia andava ao seu redor. Como era um Pokémon inicial de nível mais baixo era perigoso deixá-la participar da batalha que se aproximava, então a menina aproveitava o tempo livre para interagir com seu novo Pokémon.

Em dado momento já não era mais possível enxergar faixas de terra no horizonte. As horas passavam devagar, torturando a mente dos jovens que não estavam habituados àquele tipo de viagem. Briney já encarava tudo aquilo com naturalidade, mas os três viajantes já pareciam ter gasto toda a lista de passatempos para distraí-los durante o trajeto.

Quando a noite chegou, Briney guiou Ruby, Camila e Sapphire para um andar inferior da embarcação onde ficavam alguns quartos improvisados. O velho afirmava que navegar durante a noite era arriscado naquela rota, por conta de algumas estruturas rochosas que se erguiam de dentro d’água. Aquilo era um sinal de que o conjunto de ilhas já estava próximo, porém ainda não valia a pena correr o risco. Era melhor se aproximar do local pela manhã, quando a visibilidade estivesse mais favorável.

O tempo foi passando, os três estavam dormindo e apenas Briney permanecia do lado de fora do barco. Não se incomodava com a fria brisa litorânea da madrugada, já era habituado àquele clima devido aos seus longos anos de navegação. A escuridão era quase total. De iluminação apenas uma solitária lâmpada acesa na cabine de pilotagem, e do lado de fora a luz da lua. O silêncio só não era total devido às leves ondas que balançavam o barco com tamanha suavidade que o homem poderia dormir ali mesmo que não se incomodaria com o chão duro.

Peeko dormia encolhida em um poleiro. Briney fumava um cigarro enquanto olhava para o nada, divagando sobre variados assuntos. O velho só foi desperto de seus pensamentos quando percebeu uma mudança repentina no ambiente à sua volta.

— Mankeys me mordam! O que é isso?

Nunca em toda a sua vida havia visto uma neblina se formar tão rápido. Em poucos segundos a visão que tinha do horizonte já estava turva, e o único som que ele conseguia ouvir era a água sendo mexida de forma estranha do outro lado do barco.

Ele se apressou para dar a volta para o outro lado e, pouco antes de chegar, ouviu um baque que fez o barco balançar, seguido de outro barulho semelhante. Era como se alguém tivesse pulado para o barco de Briney vindo de algum lugar mais alto.

Quando chegou à lateral oposta foi que o velho navegador percebeu a presença de duas pessoas dentro da embarcação, e do lado de fora uma silhueta enorme. Quando foi se aproximando com um cano de ferro na mão, a criatura que estava do lado de fora do barco o agarrou com um de seus tentáculos e o prendeu contra a parede da cabine.

— Que merda é essa? — o homem sentia seu ar indo embora aos poucos enquanto o tentáculo o estrangulava devagar.

A criatura que o agarrava, no entanto, cessou o ataque ao ouvir um comando para parar, porém ainda o manteve preso. Mais alguns segundos e Briney teria perdido a consciência, porém mal teve tempo de se recompor e teve que voltar a sua atenção para a aproximação de duas pessoas. Peeko, desperta pelo barulho da invasão, voou até Briney e pousou por perto, observando preocupada a cena.

— Ora, ora, o velho capitão e seu Pokémon — uma voz grave e de tom malicioso foi ouvida, enquanto as duas silhuetas humanas se aproximavam de Briney.

— Quem é você?

— Não se lembra de mim? Você nunca teve essa preocupação em não ferir os sentimentos dos seus amigos, não é mesmo? Estou ofendido.

Ao terminar a aproximação, as figuras ficaram mais nítidas para Briney. Um homem alto, musculoso e de pele parda. Possuía uma barba escura e usava na cabeça uma bandana azul com um símbolo de um osso que lembrava a letra A. Suas vestes se assemelhavam a um traje de mergulho modificado, de cor azul escura. Ao lado dele uma mulher com roupas e tom de pele semelhantes, longos cabelos negros com mechas azuis e um olhar sedutor, enfatizado pelo seu belo rosto.

Briney pareceu não reconhecer a mulher, mas ao olhar para o homem sua expressão foi de espanto. O velho ficou estático ao notar quem havia invadido seu barco na calada da noite, e quando saiu do estado de choque inicial não escondeu uma expressão de desgosto.

— Archie, o que você veio fazer aqui? Por acaso estava me seguindo?

— Não, mas digamos que foi conveniente seu barquinho de pesca cruzar nosso campo de visão. Desde quando se aposentou e saiu da Marinha você tem algo que eu quero. Algo que você levou embora de lá.

— Seja lá o que eu tenha, o que um desertor como você vai querer de um documento sobre a Marinha?

— E quem disse que é um documento sobre a Marinha? É um documento que estava em posse da Marinha, e eu sei que agora está com você. Me entregue o mapa para o navio encalhado na Rota 108.

Briney se assustou ao ouvir Archie mencionar o mapa. Para ele, aquilo era um segredo que apenas o alto escalão sabia.

— O que você pretende fazer com esse mapa? Pra que você quer ir até aquele navio? Não há nada de valor por lá.

— Se é o caso, então você não teria problemas em me entregar, não é? Onde está?

— Não está comigo.

Archie respirou fundo, tentando se manter paciente. Em seguida, virou seu olhar para seu Pokémon, dando apenas um comando.

— Tentacruel, vamos apertar um pouco as coisas e ver se esse velho vai falar.

A criatura marinha começou a apertar Briney com mais força, fazendo com que ele gritasse. Sua posição naquele momento era complicada, pois estavam em alto-mar, sem ter para onde pedir ajuda.

— O mapa está na minha casa. Você sabe onde fica.

— Não minta para mim. Não acha que já invadimos aquele barraco enquanto você fazia suas viagens de pesca? Shelly!

A mulher que acompanhava Archie se aproximou de Briney, mas antes que ela pudesse fazer qualquer coisa a atenção de todos se voltou para Ruby, Sapphire e Camila, que chegaram ao local com expressões sonolentas.

— Sr. Briney? Ouvimos um barulho forte e o barco começou a balançar. Aconteceu algum- o quê? — o garoto foi interrompido quando Tentacruel envolveu ele e suas companheiras, prendendo-os com seus tentáculos da mesma forma que Briney se encontrava.

— Olha só, que criancinhas adoráveis — Shelly abriu um sorriso de deboche.

— Por acaso você está trabalhando de babá agora, Briney? — Archie perguntou, também rindo.
— Chefe, eu acho que sei como fazer o velho colaborar.

Shelly sacou uma Pokéball e liberou um Sharpedo do lado de fora do barco. Ele possuía um tamanho acima da média documentada para a espécie. Nem mesmo Briney havia visto um daquele tamanho.

— Entendi, boa ideia — disse Archie com uma risada medonha. — Tentacruel, vamos brincar um pouco com essas crianças.

Tentacruel moveu os três viajantes para a reta da água. Sharpedo estava logo abaixo, os encarando de forma atenta.

— O que é isso, o que vocês estão fazendo? — Ruby começou a se desesperar, enquanto Sapphire gritava e se debatia e Camila apenas olhava para baixo em choque.

— É bom vocês pararem com essa merda, Archie! Traga os garotos de volta para o barco!

— Se eu não trouxer você vai fazer o que? Não tem condição nenhuma de fazer exigências, ponha-se no seu lugar! — o homem vociferou. — Você vai nos dizer onde está o mapa, ou vai ser o responsável por esses jovens treinadores cheios de sonhos e esperanças serem despedaçados dentro d’água!

Briney se viu em uma encruzilhada. Teria que decidir entre um documento importante ou a vida de três pessoas, mesmo que tivesse acabado de conhecê-las. Sabia que jamais se perdoaria, qualquer fosse a sua escolha.

— O mapa está dobrado dentro de um livro. A capa do livro é preta e ele está dentro de um compartimento atrás do timão — o velho então cedeu.

— Vá verificar, Shelly — ordenou Archie.

Após alguns minutos a mulher voltou com o mapa em mãos, entregando-o direto para Archie. O homem sorriu ao ver o papel em suas mãos, abriu para conferir o conteúdo e quando se certificou de que realmente era o que queria fez o sinal para que Tentacruel soltasse Camila, Sapphire e Ruby dentro do barco.

— Viu como foi simples? Nós temos o mapa, vocês têm suas vidas — dizia o homem. — Todos saem ganhando.

— Parece que finalmente você aprendeu a negociar com a Team Aqua — Shelly deu uma piscada para Briney com seu sorriso carregado de malícia enquanto caminhava para perto de seu líder.

Os dois ladrões subiram para cima de Tentacruel e começaram a se afastar do barco, com Sharpedo os seguindo. Briney os observava com as mãos apertando as grades de segurança do barco, enquanto seu sangue fervia. Archie e Shelly então desapareceram por detrás da neblina, que aos poucos começou a se dissipar.

Quando o velho olhou para trás viu os três jovens abalados com a situação que haviam acabado de passar. Camila segurava o choro enquanto era amparada por Ruby, que também parecia prestes a desabar em pânico. Sapphire encarava o chão com uma expressão vazia, tremendo bastante.

— A gente ia morrer... — a voz de Camila mal saía. — Eles iam matar a gente de verdade.

— Sr. Briney, o que foi isso? — indagou Ruby, se esforçando para não gaguejar.

Briney, com um pouco de esforço para controlar os seus braços trêmulos, conseguiu acender um cigarro. Ele estava tão confuso quanto os treinadores, embora para ele aquela história não fosse tão desconhecida.

— Team Aqua — disse o navegador. — Uma espécie de seita que se criou há alguns anos onde seus membros se devotam à servir Kyogre, um dos três anciães da mitologia de Hoenn. A criatura lendária que dizem ter criado os oceanos.

— Então eles são um movimento religioso? — indagou Sapphire, com a voz fraca.

— Era o que a gente pensava, mas pelo visto o buraco é mais embaixo — Briney deu mais uma tragada. — Quando chegarmos a Dewford eu vou entrar em contato com o líder do ginásio local. Preciso reportar esse incidente à Elite 4.

E assim a noite seguiu, sem que nenhum dos quatro conseguisse pegar no sono. Estavam sozinhos em meio à escuridão, no meio do nada, temendo que um novo ataque pudesse ocorrer a qualquer momento. Mesmo com um belo luar, a noite pela primeira vez era inimiga dos viajantes.

FIM DO CAPÍTULO 12

  http://aventuras-em-hoenn.blogspot.com/2018/11/capitulo-13.html

{ 21 comments... read them below or Comment }

  1. Ei, Shadow! Lindo o capítulo! Achei ótimo o capítulo! Você introduziu aqui a Team Aqua, e isso me livra de alguns problemas que você sabe quais são! Mano, o melhor aqui foi a introdução direta e sem cortes do Archie.

    Mano, o que achei interessante foi que você não fez a Camila, que tem uns Pokémon forte, reagir ali. E isso mostra que embora ela seja mais experiente que os outros dois, que ela ainda é humana, e tem seus medos.

    Cara, acho que não tenho muito mais o que comentar... Mentira! Cara, o que me deixou alegre foi ver o que o tempo fez com o Briney, ele ficou mais ranzinza, menos cuidadoso. O tempo passa...

    Bem, agora acabou.

    Shadow! Valeu e até a próxima!

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    1. Fico feliz que tenha curtido a introdução da Team Aqua. Na AEH antiga eu trabalhei muito pouco com eles, mas agora pretendo balancear melhor o foco nas duas equipes vilãs.

      Sobre a cena da Camila, ela não tinha como liberar uma Nidoqueen em um barquinho de pesca kkkkk E o Venomoth também não daria conta, pois eles estavam no meio do oceano, território onde os Pokémons do inimigo são dominantes. Mas é verdade que ela sequer deve ter imaginado a possibilidade de reagir, porque foi tudo muito de repente.

      Que bom que você também curtiu o Briney, Sir. Eu sei o quanto você estava ansioso pela aparição dele. Espero ter entregue o velho marinheiro do jeito que você queria kkkkk

      Valeu pela presença. Até a próxima! õ/

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  2. OH JESUS! ENTÃO ESSES MALDITOS CHEGARAM!

    Como um fã de carteirinha dos ground-types eu não posso aturar esses malandrilsons dos aquas! E aqui eles estão! Eu só imaginei a Camila tascando-lhes uma Nidoqueen na cabeça deles e o barquinho quebrando ao meio pro Briney depois cobrar dela um barco novo asuhaushaushauhsauhs

    E A BATALHA DA FRONTEIRA! "mas você acertou em cheio na parte do “suicídio”..." EU QUERO MUITO VER ESSE DESAFIO! O Forrest não teve nem chance contra uma Frontier Brain em Johto, então eu espero que o nível aqui esteja LÁ EM CIMA, na altura do Sky Pillar!

    E o que que os Aquas poderiam querer com um navio encalhado, a ponto de atacar um velho aposentado e crianças?

    E O BRINEY! Meu DEUS! Do jeito que ele foi introduzido na história, eu acho que tem muita coisa escondida aí por trás dele, e que ele ainda vai ser muito importante pro final da história! VAMOS LÁ SHADS! GIMME HOENN!

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    1. Quer dizer então que você é a favor da Team Magma? Vai fazer vista grossa pra eles? Não tô te entendendo. Cara, se a Camila quebra o barco do Briney não ia ter nem conta pra chegar, eles estavam literalmente no meio do nada! kkkkkkkkk

      Quer ver Batalha da Fronteira, é? Quer mesmo? Daqui a 7 dias, meu caro. Aguardemos. ( ͡° ͜ʖ ͡°)

      Rapaz, se você soubesse o que tem naquele navio, você ficaria enojado. Descubra nos próximos episódios. :v

      O Briney tem seus segredinhos, e em breve saberemos também o que há por trás dele. O que ele guarda de segredos da época da Marinha, o que existe entre ele e o Archie, entre outras coisas.

      Até a próxima, Killer! õ/

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    2. Sim! Pros Magmas tem vista grossa! Aqui é a seita do Groudon, melhor lendário!

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  3. Hey

    Fala cara, outro ótimo capítulo esse.
    Primeiro, o Briney, não posso negar que eu esperava um senhor gentil e etc, mas ele acabou por ser um marinheiro ranzinza, muito provavelmente amargurado com o passado, o que ja me deixa curioso sobre ele.
    A aparição da team aqua foi uma surpresa, e com um objetivo bem diferenciado, olhando os títulos dos próximos capítulos da pra imaginar que o grupo vai ir atrás era team aqua em algum momento no navio abandonado, apesar deles serem apenas iniciantes, vamos ver o que isso vai dar.
    Estou curioso pra ver como a Camila vai se sair na batalha da fronteira, sendo a mais experiente.
    Durante a cena que o Briney tinha que escolher, eu pensei que ele ia fazer algo como falar um lugar, aí eles iam pegar, mas era uma armadilha, ai ia ter algo como uma luz forte que possiblitaria eles a fugirem, mas a verdade é que não dava pra sair daquela situação.
    Acho que é isso, como sempre espero ansioso o próximo capítulo!

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    1. Diga, Alefu!

      Hahaha, ninguém tava esperando por esse Briney, não é mesmo? Mas futuramente vocês vão saber mais sobre ele. O cara esteve sempre lá, em todas as Hoenns, transportando os treinadores até Dewford e Slateport. Seria sacanagem não dar a ele o devido valor pelos seus anos de serviço.

      Sim, haverá um capítulo no navio naufragado! Agora o que eles vão lá olhar, e o que quer que seja que a Team Aqua tenha ido buscar, isso só será descoberto nos próximos capítulos. ;)

      Semana que vem é a batalha dela! Mas acho que ela nem vai ser o evento central do próximo capítulo, porque sinceramente... Vai rolar muita coisa. Mas sim, eu pretendo fazer a Batalha da Fronteira ser um grande desafio, como ele realmente é.

      É justamente o que tenho tentado fazer na história, cara. Toda vez que os personagens são pegos em um cliffhanger, se a situação não tiver mesmo uma saída benéfica pra eles, então eles vão ter que escolher o menor castigo. Ou dança conforme a música, ou vai ser bem pior, como vimos nesse incidente com os Aquas.

      Valeu pelo apoio de sempre, cara!
      Até a próxima! õ/

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  4. Eu ainda não sei o que dizer. Eu tive acesso a alguns trechos do capítulo, mas o conjunto da obra me deixou estupefato. Afinal, às vezes a gente esquece que estamos, tecnicamente, lidando com crianças que viajam sozinhas pelo mundo recolhendo insígnias e travando batalhas. Ainda que a tendência de autores como nós seja aumentar a idade de seus protagonistas, eles ainda não tem a maturidade de um adulto. Se até os adultos acabam se ferrando, imagina crianças? Você às vezes me zoa por transformar enredos simples em coisas enormes em Johto (como a aparição do Vileplume "selvagem" em Johto que na verdade pertencia ao Baoba que na verdade era um cretino), ou uma batalha de Ginásio que se passou num farol que acabou transformado em pó, mas aqui você fez a mesma coisa. Uma simples viagem marinha entre duas cidades tornou-se algo deveras complexo, com a calmaria da noite sendo completamente perturbada pelos - wait for it - VILÕES do Aventuras em Hoenn: Equipe Aqua. Magmas apareceram uns capítulos atrás no topo de um vulcão (o que me faz lembrar, a propósito: #SDDSZINNIA), agora os Aquas tocando o terror atrás de um mapa em um navio abandonado cujo interesse quase obsessivo parece que moldará o enredo de agora em diante.

    Mas meu grande questionamento é como esse trauma de Ruby, Sapphire e Camila vai mexer com eles... Sei que a Batalha da Fronteira tá chegando e estou me preparando psicologicamente pra ela, mas se eles são os heróis da história, devo supor que irão atrás dos Aquas em algum ponto. Será que vão conseguir? Como esses eventos irão interferir de agora em diante na vida deles?

    Batalha de Ginásio, Pokémon Contest e Batalha da Fronteira... As coisas parecem estar ficando cada vez mais interessantes, já que seus competidores parecem que ficarão afetados por algum tempo.

    QUE VENHAM OS TRAUMAS E AS HUMILHAÇÕES!

    See ya!

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    1. Sinto muito pelos spoilers, mas foi pelas suas reações aos trechos que eu fui vendo o que estava bom e o que precisava ser melhorado pra esse capítulo. Então o resultado final tem uma parcela de "culpa" sua kkkkkk

      Cara, quando você diz que essa trama da Team Aqua vai redefinir o futuro da história, você está certo. Seja lá o que houver escondido naquele navio é coisa grande. Caso contrário, eles não teriam feito todo esse esforço para conseguir o mapa. Digo, assaltar um oficial da Marinha aposentado? Esse é o tipo de coisa que mesmo tendo sucesso, você ainda ganha uma boa dor de cabeça pra lidar depois. Não valeria o sacrifício se fosse algo banal.

      Saudades da Zinnia? É, eu também. Ela tá vindo aí. Tenha um pouco de paciência. ;)

      Já no capítulo 13 você vai poder ver como eles vão lidar com todo esse pós-trauma, em especial a Camila já que o capítulo é focado nela.

      Valeu pela presença, meu parça. Saiba que você contribuiu bastante pro resultado final desse capítulo.

      Até qualquer hora! õ/

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  5. Hoenn Strikes Back!!

    Aleluia pude ler esses capítulos que faltavam, esperei tempo demais pra isso!
    Bora começar a discorrer sobre como esse pedaço de arte foi bom de se ler.

    . . .

    Não teria introdução melhor para tal organização! Menino Sombra, tu conseguiu realizar um trabalho muito bem construído e desenvolvido em cima das cenas de drama e suspense com os protagonistas. Masterpiece, Boy!

    Sabe que sou fã de longa data da aproximação com a nossa realidade, logo adorei o fato da crueldade e frieza que os vilões tiveram para com as vítimas. Era isso que eu sempre quis ver vindo deles, pura crueldade. O que será que nos aguarda agora? E esses planos que são tão imprevisíveis?

    Sem mais, ótimo capítulo. Ansioso pelo próximo👊🔥

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    1. A Team Aqua só nesse capítulo já teve mais destaque do que em toda a AEH antiga kkkkkkkkkkkk Espero poder manter as atenções entre eles e a Team Magma balanceadas desta vez.

      Eu tentei fazer algo realista mesmo. Os caras são criminosos, eles não estão nem aí pra vida dos outros. Vão fazer o que for preciso para conseguir o que querem, e isso ficou bem claro nesse capítulo. Mas te digo que isso é só o começo.

      O próximo sai na semana que vem. Fico feliz que tenha curtido, meu caro.

      Até a próxima! õ/

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  6. Chegou a hora de ver onde as águas turvas irão levar nossos protagonistas. Desde que você começou a construir o capítulo 12 tive alguns vislumbres de determinados trechos, mas nunca do capítulo completo, sempre ficava o mistério no ar de que alguma reviravolta grande viria no final. Tivemos a introdução da divindade suprema PEEKO e também um vislumbre do velho Briney como um velho um pouco mais rabugento do que o esperado, e muito machucado pelo tempo, o pouco que se falou dele mostra que há espaço para muito background caso você queira. Gostei das descrições do aposento, e a conversa do suicídio foi a melhor kkkk Eu pensei que o final fosse trazer algo grandioso, que haveria uma batalha intensa onde alguém acabaria por revelar o seu PODER DA AMIZADE para resolver a atenção e chutar a bunda do Team Aqua kkkkkk Mas o fim da página veio e eu fiquei alguns segundos tentando entender o que havia acontecido. Não houve nada grandioso, porque foi uma derrota.

    Como o Dento falou, é o momento que os próprios protagonistas se deram conta de que ainda são crianças e de que há forças muito maiores do que eles atuando em Hoenn. Eles ficaram completamente sedados e sem chance de reagir, por mais que tivessem Pokémon fortes no time como é o caso da Camilla não daria pra tentar bancar o herói e tentar um improviso, alguém poderia acabar pagando por isso. Pois agora entendo a importância desse capítulo, ele representou um crescimento enorme para cada um deles, mas principalmente para a Camilla que pareceu sofrer um choque maior. "A gente ia morrer. Eles iam matar a gente de verdade", isso mexeu com ela pra valer e vou gostar de ver essa evolução. Prevejo que muita coisa vai mudar daqui para frente, foi mesmo um marco importante e agora estou ansioso para saber como você vai trabalhar cada personagem nos próximos capítulos! Ótimo trabalho cara, mantenha o progresso que esse ano você ainda posta mais 2 ou 3 capítulos \õ

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    1. Foi justamente por essa virada de clima que eu não quis que você lesse a versão final desse capítulo antecipadamente, então te dei uma folga na revisão nesse e no 13, que é regido em consequência do 12. Bateu um alívio que você gostou desse aqui. O 12 está aprovado, mas ainda tem o 13 essa semana pra ser avaliado.

      É, o Briney eu quis fazer um pouco diferente do que se costuma ver dele por aí. Essa alteração na personalidade dele foi uma pequena liberdade que tomei justamente com a intenção de criar uma história por trás dele também, como você sugeriu. Afinal, o Briney tá sempre por aí, em todas as histórias de Hoenn, levando os treinadores pra lá e pra cá. Acho que depois de tantos anos de serviço ele merece uma atenção especial, né? Fora o fato de que onde tem Briney tem a deusa dos céus de Hoenn. A divina, inconfundível e abraçável Peeko kkkkkkk

      Poder da amizade, é? Não nos meus domínios, meu guerreiro! kkkkkkkkkk A sensação que eu queria que você tivesse com o final do capítulo foi justamente a que você teve, então estou plenamente satisfeito com o resultado obtido. Vai se acostumando, porque você vai cansar de ver derrotas por aqui. E não necessariamente serão em eventos como ginásios, Fronteira ou contests, apesar de que certamente vão aparecer oportunidades. ( ͡° ͜ʖ ͡°)

      O Dento disse isso, mas também preciso dizer que o capítulo de hoje foi possível muito por conta do trabalho que ele fez em Alma de Prata. A maneira como ele virou a chave da história também acabou me encorajando a deixar as coisas em Hoenn um pouco mais pesadas, sem medo de machucar os protagonistas. Até porque pra amadurecer tem que sentir o lado amargo da vida algumas vezes kkkkk

      É claro que foi uma situação desagradável e traumática pros três, mas teve um enfoque maior na Camila porque o capítulo 13 vai centralizar as atenções nela. Ela tem uma batalha difícil vindo pela frente, então vamos ter que ver como ela vai lidar com isso. Mas superando ou não o medo no dia seguinte, esse pesadelo ainda vai perseguí-los por mais um tempo.

      Valeu pelas palavras, fera! Eu estou trabalhando a todo vapor! Aquela gripe não me deixou prosseguir com o 14, mas pelo menos eu já tenho metade dele completo. Vamos colocar a mão na massa e fechar esse ano a mil por hora! õ/

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  7. QUE CAPÍTULO FOI ESSE SHADOW?SEI QUE VOCÊ JÁ DEVE TER SE CANSADO DE ME OUVIR FALAR QUE FOI SURPREENDENTE MAS EU PRECISO FALAR JÁ QUE FOI MUITO INESPERADO HUASHUAHSUAS

    Pronto,já tirei o CapsLock :v

    Yo Guarda-chuva de tamanho reduzido(eu já usei essa piada produção?Não lembro,se sim desculpa pela falta de criatividade)

    Ótimo capítulo cara,começo bem tranquilo e agradável,pra quem está lendo,pra eles é uma noite no frio huehuehue

    Briney foi bem diferente do que eu imaginava,mas eu gostei dele,e diga se de passagem que "Mankeys me mordam" foi sensacional kkk

    Mas cara que surpresa a aparição da Team Aqua agora,realmente não esperava eles tão cedo,se bem que eu não sei se é cedo ou eu que não lembro dos jogos mesmo :v

    E isso que é vilão de verdade,não fica enrolando e contando seus planos,manda logo os protagonista pra boca do Sharpedo e não tá nem aí pra nada

    O que será que eles procuram com esse mapa?Provavelmente a orb,mas o que o navio tem a ver com isso?(imagina o emoji pensativo do chat)

    E por último,mas não menos importante:
    HABEMUS PEEKO

    See Ya

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    1. Salve, mestre Grovy!

      Não, você ainda não tinha usado essa piada kkkkkkk Pelo visto o estoque tá grande, então vou ter que lidar com isso por um bom tempo. :v

      O Briney é um dos personagens que eu modifiquei levemente, para que ele se encaixasse melhor no que tenho guardado pro futuro dele na história. Ele será mais valorizado, então aguarde para ver.

      Assim como o marinheiro, a Team Aqua também receberá muito mais atenção agora do que na Hoenn antiga, onde as tretas com a Team Magma eram predominantes. Vai todo mundo pra porrada dessa vez, ao mesmo tempo! Isso vai dar muito errado, mas essa é a intenção kkkkkkkkkkkkk

      Você quase acertou o que eles procuram no navio kkkkkkkkkk É só isso que digo, mais detalhes podem acabar estragando a surpresa do plot. ;)

      Valeu, meu caro. A gente vai conversando.

      Peeko bless you!

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  8. DAMN SHADOW!!!

    este foi, sem dúvida alguma, o capítulo mais dark até agora... e certamente vai deixar muitas marcas nos nossos protagonistas!

    para começar... esse velhinho nos games parece bem mais simpático, mas aqui ele parece... chateado, magoado... com certeza tem razões para ser dessa maneira, muito background story para ser contado e honestamente eu estou aqui para ver tudo isso! com certeza tem muitas histórias para contar e essa relação que tem com o archie da team aqua... hmmmm...

    estou muito curioso para ver como este episódio marcante vai assentar nas personalidades dos três jovens. foi a primeira vez que eles se sentiram incapazes e não fazer absolutamente N A D A para tentar salvar a situação... e agora? como seguir daqui em diante?

    bem, penso que ainda vamos ter alguns capítulos em alto mar e parece-me que vão ser bem agitados! aqui continuarei para ver!

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    1. Cara, esse capítulo nem teria saído desse jeito. Foi uma mudança de planos de última hora, pois eu precisava de algo pra fazer esse capítulo ter algum sentido em vez de ser só uma viagem de barco sem nada de especial. E visto que a Team Magma foi introduzida no começo da história, por que não aproveitar a oportunidade de uma rota marítima pra introduzir a Team Aqua em seus domínios?

      Eu resolvi jogar o Briney mais pro lado do estereótipo do marinheiro rabugento, porque achei que isso poderia criar algumas oportunidades para termos cenas interessantes com ele. É um personagem para quem eu realmente construí um background, e isso será revelado aos poucos. O Archie também terá algumas revelações em breve.

      Ali não havia realmente muito o que fazer. A grande vitória dos protagonistas dessa vez foi terem suas vidas poupadas. E isso é algo que AEH vai mostrar bastante com o passar do tempo. Que não dá pra desafiar a lógica com tentativas de atos heróicos se a situação não possibilitar isso. E desrespeitar essa regra pode gerar sérias consequências. A experiência desse capítulo será trabalhada mais pra frente também. O trauma não acabou apenas por essa noite. Isso ainda vai perseguí-los por um tempo, até porque a Team Aqua vai dar as caras de novo, cedo ou tarde.

      Até a próxima! õ/

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  9. Uma palavra para esse capítulo: Lindo!

    Foi muito legal essa introdução a essa grande equipe vilanesca e mano adorei a violência, os cara já chegaram causando com tudo. Sem dó nem piedade.

    Vou dize a você que estava pensando que tu não ia focar neles tão cedo pois nos jogos esses cara aparecem já lá na floresta, mas mesmo tendo demorado um pouquinho, eles mostraram presença e que presença.

    Esse detalhe ainda que vai informar a elite deixou tudo mais realista e intrigante.
    Sem duvidas um ótimo capitulo, continue assim sir.

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    1. Eu disse que a Team Aqua não ia demorar a aparecer, não disse? Aí estão, e com direito a um cartão de visitas cruel. >:)

      Então, eu não dei a eles o foco logo no início porque achei que colocá-los no mar seria mais apropriado. É o domínio deles, afinal. Vamos deixar os problemas em terra firme para outra hora, mas nada impede que o próximo encontro com esses caras venha a ser fora d'água. O que seria bem menos desconfortável para os nossos protagonistas.

      Valeu pelo comentário, Anan! Até a próxima! õ/

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  10. CARACAS SHADOW QUE CAPÍTULO FOI ESSE IRMÃO??!
    O capítulo começa bem costumeiro mesmo, os meninos indo até a cabaninha do Mr. Briney e ele achando que eles chutaram bola lá, kkk, tipo de gente idosa e meu deus o PEEKO mano, caralho man, o Peeko, esse capítulo já ficou bom só de ter o Peeko.
    Amo muito o Ruby todo afrescalhado com a sujeira lá do barco do Briney, esse menino não aprende nunca kkkk, ele acha que só vai ser conforto e mordomia na jornada. Eu falo ou você fala?
    E meu pai, que cena tensa a do Archie e Shelly com o Briney, eles ameaçaram ele por causa do mapa, o que será que tem nesse mapa man pra Aqua querer tanto? Mano do céu, que cena foda, já temos introdução dos vilões, só quero ver o que você mais vai mostrar desses bucaneiros.
    Enfim, é isso, vou logo ler o próximo.

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    1. Achou que a viagem ia ser tranquilinha? kkkkkkkkkkkkkkk Aiai :v

      Briney é o típico velho rabugento. Eu gostei da ideia de fazê-lo assim, quebra um pouco aquela imagem do tiozão legal que leva a criançada pra Dewford porque gosta.

      O barco tem cheiro de peixe, água de peixe e se reclamar vai ter cabeça de peixe também. Se o Ruby não sabe lidar com isso, azar o dele. A gente vai moldar o caráter desse moleque na marra. :v

      Eu fico feliz que a maioria do povo que leu esse capítulo gostou da forma como a Team Aqua foi trabalhada, porque pra ser sincero eu não dei quase nenhum destaque a eles na versão antiga da AEH. A Team Magma tomou todos os holofotes como antagonista na época e agora eu estou tentando corrigir isso, equilibrando melhor a participação de ambas organizações.

      E claro que em breve veremos mais sobre eles.

      Até a próxima, Leucro! Valeu pela presença! õ/

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